Book Review: Baby X - Kira Peikoff (Original: 03.09.2025)
- Jan 26
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Post original: 03.09.2025
Sinopse do Goodreads:
Quando qualquer matéria biológica pode ser usada para criar vida, o DNA roubado de celebridades é vendido ao maior licitante — ou ao perseguidor mais louco — neste thriller propulsivo. Com uma visão vívida do futuro, Gattaca encontra Black Mirror em Baby X, de Kira Peikoff. No futuro próximo dos Estados Unidos, onde a tecnologia avançada pode criar óvulos ou espermatozoides a partir das células de qualquer pessoa, as celebridades enfrentam a alarmante possibilidade de encontrar filhos biológicos que nunca conceberam. O famoso cantor Trace Thorne está cansado de ser alvo do Vault, um site de mercado negro dedicado ao roubo de DNA. Cansado de pagar resgates pelo seu próprio material celular, contrata a segurança biológica Ember Ryan para garantir a sua segurança biológica. Ember fará tudo o que puder para proteger os seus clientes. Ela conhece todos os truques do Vault — lenços de papel descartados, palhinhas usadas, tubos de batom — e já impediu inúmeros roubos de DNA. Trabalhando para Thorne, o seu foco divide-se quando ela começa a apaixonar-se por ele, mas sabe que não deixou nada escapar — amor ou não, o DNA dele está seguro. É aí que Ember e Thorne são confrontados por uma mulher grávida, Quinn, que afirma que Thorne é o pai de seu bebé, e tudo fica em aberto. Com um enredo brilhante e uma previsão assustadora, Baby X é um thriller especulativo imprevisível e implacável, perfeito para fãs de Blake Crouch e John Marrs.
Pontuação:

Se me disserem que alguma coisa é semelhante a Black Mirror, eu vou querer ler. Além disso, a premissa desta história era super intrigante. Vi Gattaca numa aula de biologia no secundário, foi na altura em que estávamos a falar de genética e o professor mostrou este filme para nos passar a mensagem de: “Não são os nossos genes que definem quem somos.”
Este livro procura explorar essa ideia, mas também introduz o conceito do Vault. Quando podemos usar o material genético de qualquer pessoa para gerar vida, seria de esperar que os ricos que compram órgãos no mercado negro se sintam à vontade para comprar o DNA de um atleta de topo ou de um génio da matemática. Assim, podem garantir que os seus filhos são “perfeitos”. E aí entramos noutro ponto importante: a pressão que as pessoas “selecionadas” sentem ao longo da vida.
Por exemplo: Se eu fui selecionada pelos meus pais para ser a bailarina perfeita, mas odeio bailados, estou a deitar tudo a perder se não seguir esse caminho?
Ou por outro lado: Se eu fui concebida de forma natural, sou menos que os outros que foram selecionados?
Se calhar estou a ficar fraca, mas a verdade é que caí em todos os plot twists do livro! Foi uma leitura muito divertida e interessante. Relembro que nos livros de sci-fi temos sempre de pôr alguma credibilidade de parte. É certo que existem livros incrivelmente bem concebidos e cientificamente corretos. Mas, por vezes, sci-fi é fantasia.





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