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Sobre mim 

Bookworm, cafeína-dependente e swiftie. 

Criei este blog para poder falar dos livros que vou lendo e para alimentar esta minha doença. Inicialmente, o blog foi criado em 2023 no Sapo Blogs (RIP). 

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Book Review: Carrie Soto is back - Taylor Jenkins Reid (Original: 14.08.2024)

  • Jan 25
  • 2 min read

Post original: 14.08.2024


Sinopse do Goodreads:

Carrie Soto é feroz e a sua determinação em vencer a qualquer custo não a tornou popular. Quando Carrie se aposenta do ténis, ela é a melhor jogadora que o mundo já viu. Ela quebrou todos os recordes e conquistou vinte títulos de Slam. E se lhe perguntares, ela diz que tem direito a todos. Ela sacrificou quase tudo para se tornar a melhor, tendo o pai como treinador. Mas seis anos após a sua aposentadoria, Carrie encontra-se sentada nas bancadas do Open dos Estados Unidos de 1994, a ver o seu recorde ser-lhe retirado por uma jogadora britânica brutal e impressionante chamada Nicki Chan. Aos trinta e sete anos, Carrie toma a decisão monumental de sair da aposentadoria e ser treinada pelo seu pai pelo último ano, na tentativa de recuperar o seu recorde. Mesmo que o seu corpo não se mova tão rápido como antes. E mesmo que isso signifique engolir o seu orgulho para treinar com um homem para quem ela quase abriu o seu coração: Bowe Huntley. Assim como ela, ele tem algo a provar antes de desistir do jogo para sempre. Apesar de tudo: Carrie Soto está de volta, para uma última temporada épica.

Pontuação: 




Não foi o meu livro preferido da Taylor Jenkins Reid, mas foi uma leitura agradável e perfeita para a altura dos jogos olímpicos!


Tinha lido em algumas reviews que a Carrie Soto era uma personagem detestável, mas não achei que fosse tão má como a pintaram. É uma personagem com um feitio “especial”, mas é isso que a torna diferente da generalidade de personagens principais.  


A escrita da Taylor é maravilhosa e a história é empolgante. Contudo, para mim, não são 5 estrelas por dois motivos:


1º - Por comparação com os livros anteriores (a ação ocorre no mesmo universo que Evelyn Hugo, Daisy Jones e Malibu Rising), não gostei tanto deste como dos outros.


2º - Eu não gosto de ténis. As cenas dos jogos com a descrição do que estava a acontecer e com os termos mais “técnicos” aborrecia-me. Dava por mim a saltar para o fim para descobrir se a Carrie ganhava ou perdia.


Eu adoro este universo que a Taylor Jenkins Reid criou e espero que continue a explorar este mundo. Eu irei continuar a ler tudo o que esta mulher escrever.


E agora algo humilhante: Desde Malibu Rising que eu achava que a Carrie Soto era asiática 🤦‍♀️ (É latina).


 
 
 

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