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Sobre mim 

Bookworm, cafeína-dependente e swiftie. 

Criei este blog para poder falar dos livros que vou lendo e para alimentar esta minha doença. Inicialmente, o blog foi criado em 2023 no Sapo Blogs (RIP). 

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Book Review: Fahrenheit-182 - Mark Hoppus (Original: 22.04.2025)

  • Jan 26
  • 2 min read

Post original: 22.04.2025


Sinopse do Goodreads:

Um livro de memórias inteligente, engraçado e revigorante de Mark Hoppus, vocalista, baixista e membro fundador da banda pop-punk blink-182. Esta é a história do que acontece quando um rapaz angustiado que cresceu no deserto vivencia o divórcio amargo dos pais, muda de casa pelo país, troca de identidade de nerd para gótico e para skate punk, e eventualmente conhece o seu melhor amigo, que por acaso é a sua alma gémea musical. O baixista, compositor e vocalista da renomada banda pioneira do pop-punk blink-182, Mark Hoppus, conta a sua história em Fahrenheit-182. Um livro de memórias que pinta um retrato vívido de como foi chegar à maioridade na década de 1980, como um rapaz que vivia por conta própria e viciava em punk rock, skate e MTV; Mark Hoppus compartilha como chegou à maioridade e formou uma das maiores bandas de sua geração. Entrelaçado com a história muito humana de uma batalha constante contra a ansiedade e a batalha pública e triunfo de Mark contra o cancro, Fahrenheit-182 é uma delícia para os fãs e também um livro de memórias engraçado, inteligente e identificável para qualquer um que já quis desistir, mas continuou.

Pontuação: 


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Eu tenho uma regra em que não dou estrelas a autobiografias. Mas quando gosto muito de uma autobiografia, não consigo evitar dar as 5 estrelas no Goodreads. Foi o caso desta.


Os blink 182 marcaram a minha adolescência e o Mark era o meu favorito. A minha crush. Quando digo que marcaram a minha adolescência, não foi porque eu era adolescente nos anos 90 e 2000 – simplesmente descobri os blink quando eles já tinham acabado e fiquei viciada em uma banda “do passado”. E acreditem, era mesmo vicio. Para mim era deus no céu e blink na terra. 


Foi tão engraçado ler a primeira metade do livro porque apercebi-me que já sabia tudo! Eu lembrava-me até dos pequenos detalhes da história destes três rapazes e fui transportada para os meus tempos de ensino médio.


Como é habitual em autobiografias de celebridades, o Mark não escreveu este livro sozinho. Mas cada frase, cada pensamento, era tão Mark Hoppus que eu nem dei por isso. O Dan Ozzi fez um excelente trabalho!


A segunda metade do livro entrou numa fase da banda com a qual eu não estava tão familiarizada. Adorei ler o relato desses tempos do ponto de vista do Mark. Pela primeira vez, descobri como foi a fase da sua vida em que teve cancro e como lidou com isso. Eu não sabia que ele era uma pessoa com tanta ansiedade, mas, como sempre, as aparências iludem. Fez-me sentir mais próxima do meu baixista preferido. Ele não é - de todo - o melhor do mundo, mas é sem dúvida o número 1 para mim.


O Mark não usou este livro para se “vingar” ou revelar segredos bombásticos. Ele fez questão de dizer “Era assim que eu me sentia, mas era assim que a outra pessoa se sentia”.

Os blink 182 vão ter sempre um lugar especial no meu coração e a autobiografia do Mark apenas cementou o quão incrível esta banda é.


P.S. – Tenho a certeza que um dia vão fazer um filme sobre eles.



 
 
 

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